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Eduardo Lucas, sócio da Martinelli Advogados, destacou o impacto no fluxo de caixa corporativo.
“Se antes eu podia programar os pagamentos de impostos com seis meses de antecedência, agora o impacto no fluxo de caixa será imediato”, disse ele.
Segundo ele, no sistema atual, as empresas operam efetivamente com base em pagamentos diferidos, sabendo em quais dias do mês ou trimestre precisarão reservar fundos para impostos. “Com o parcelamento, a arrecadação de impostos será instantânea. Não terei mais planejamento antecipado. Como resultado, o dinheiro não permanecerá mais no caixa da empresa”, afirmou.
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Fonte : Valor Econômico |Publicado em 25/5/2026 | Clique aqui e veja a publicação original